UAU! Este Natal me pegou de surpresa! O tempo foi passando e ainda não tinha entrado no "clima", quando fui perceber já estava trocando presentes na noite de ontem.
Tive uma leitura até bem apropriada para esta época, resolvi reler o livro Porque Jesus é diferente, de Ravi Zacharias. Tive que lê-lo novamente, pois na primeira vez, em agosto, li de uma forma menos profunda do que merecia, valeu a pena lê-lo novamente. Tenho comigo neste Natal o quanto o Jesus Cristo que celebramos hoje é único, inigualável em vida, propostas e divindade (não parece uma caracteristica própria, mas só para enfatizar o fato do quanto ele é Deus e todos os outros estão infinitamente longe disso).
Não dá para aceitar a alegação de que Jesus Cristo foi somente um grande guru, um homem muito sábio ou apenas um profeta, seus ensinamentos e sua vida o colocam muito acima de todos os outros gurus, sábios e profetas que existiram.
Suas alegações não deixaram dúvida do quanto ele sabia que era Deus, nunca teve dúvidas disso, a não ser que ele fosse mal intencionado, o que é esquisito pensar, pois ele pagou estas alegações com a vida, ou a não ser que ele fosse louco, mesmo mantendo uma extrema coerência em tudo que falou e até ressucitando no final.
Se não podemos citá-lo como mal intencionado ou louco, a alternativa que resta é acreditarmos nele, adorarmos como Deus e seguir seus ensinamentos ou rejeitá-lo por própria conta e risco.
E então, quem Jesus Cristo é para você?
Feliz Natal!

Agora que estou de férias, aproveitei minha primeira segunda feira livre para assistir "O Todo Poderoso" (já que tinha garantido uma locação gratuita na Blockbuster de segunda a quinta), notei que foi um filme que automaticamente ocupou a agenda das igrejas mais contemporâneas que conheço, pelo menos Willow Creek (Axis) e o Warehouse 242 já dedicaram um de seus domingos tomando o filme como um bom argumento, e realmente gera bons argumentos para conversa e meditação sobre nosso relacionamento com Deus, particularmente, acho que já me senti como Bruce recentemente. Gostaria de destacar alguns pontos:
- Foi engraçado o desleixo do Bruce dando um auto-reply respondendo sim a todas as orações, como já ouvi falar como seria bom se Deus atendesse aos nossos pedidos, mas como seria ruim se todos os nossos pedidos fossem prontamente atendidos, Deus realiza seu propósito em nós através de várias situações, de orações não atendidas e de novos pontos que surgem para oração e creio que chegamos mais próximo do que Deus quer quando nos rendemos (como Bruce o fez) à sua vontade, quando desistimos de tudo e nos interessamos na vontade de quem já conhece todo o background de nossas situações e de nossos propósitos, sinceramente é assim que tenho me sentido nos últimos dias.
- Deus não pode fazer que ninguém o ame, embora Ele tenha deixado todo o ambiente para que todos o adorem de todo o coração. É interessante, muita gente gosta de perguntar por que um Deus perfeito não pode gerar pessoas que o amassem naturalmente, não pecassem e tornassem esse mundo realmente perfeito, a pergunta que poucos fazem é: que graça teria em ter pessoas que o amam de forma automática e não de vontade? Quão válido seria esse amor se as pessoas não tivessem outras opções?
- Gostei da ênfase "Seja um milagre", creio que Deus age através das pessoas que o servem, podemos ser grandes portadoras de seus milagres. Isso se estivermos interessados em utilizar os dons que recebemos para sua glória e para o bem de outras pessoas. O que transpareceu no filme, e o que acontece muuuuuuito por aí, é que se temos o poder de Deus à nossa disposição, vamos utilizar para nós mesmos, é só ver as orações e as promessas feitas por muitos pregadores por aí. O caminho de Cristo era o serviço ao próximo, um caminho realmente difícil quando vemos nossa prédisposição ao atender nosso próprio deleite.

Parcialidade Superinteressante!
Comprei a Superinteressante desse mês que analisa o trabalho de Paulo e levanta a polêmica daqueles que querem desprezar suas cartas de todo cânon do Novo Testamento, dizendo que a teologia que ele pregou distorceu o que Cristo falou.
É Superinteressante constatar que quando há reportagens sobre Jesus e sua passagem na história, estas sempre ignoram o relato dos evangelhos canônicos (Mateus, Marcos, Lucas e João), estes que foram escritos em um período super recente à ressurreição de Cristo e tem os exemplares mais antigos de toda a literatura universal constatando sua existência e passividade à contestação daqueles que viveram aquela época. Desta vez, ignorando mais uma vez estes evangelhos, a reportagem preferiu um certo “evangelho dos Santos”, encontrado no século passado, mas que certamente foi rejeitado pela igreja na época, ou por não existir ou por não ser nada confiável naquela época (senão contaríamos com eles hoje).
Soube (não pela Superinteressante) que entre o segundo e terceiro século surgiram vários evangelhos sobre Jesus Cristo, mesma época quando geralmente surgem lendas a respeito de qualquer mito. Puxa vida! Por que estes evangelhos sempre tem que ser os mais confiáveis? Só porque falam algo diferente dos evangelhos canônicos? Porque falam o que alguns desejariam ouvir?
A revista vende pela polêmica que sempre levanta, e é importante saber que quando se compra a revista, não se compra informação e sim polêmica, apenas isso. Verdade? Mentira? Não importa, se é polêmico, há lugar!

Ontem assisti o filme "Por um fio", um filme super tenso, mas também bastante curto, faz tempo que queria assistir um filme assim. Um publicitário bastante influente (Stu) se encontra encurralado por um franco atirador em uma cabine telefônica em Nova York, o franco atirador força o cara a pedir desculpas pois ele aproveita a cabine para ligar para sua amante.
O chocante foi ver o desnudamento que Stu acaba promovendo no meio de todo o pânico, assume que sua vida era uma mentira, que vivia em uma mentira e que tudo o que conquistara era para tentar mostrar algo que não era. Coincidentemente, desta vez coincidentemente mesmo (ou não tanto, pois o Espírito Santo nunca deixa ponto sem nó!) estava lendo "A vida que você sempre quis" de John Ortberg, em um capítulo em que ele falava a respeito de aparências, daquilo que se faz para tentar impor uma imagem do que não se é, fruto da necessidade de aceitação que geralmente temos, mas da vinculação direta de aceitação ao que somos/damos/apresentamos. Ele sugere a disciplina do silêncio, fazer coisas que ninguém irá descobrir ("Não saiba a mão direita o que a esquerda faz","o Deus que o vê em secreto o recompensará" disse Jesus).
Uma comunidade que manifesta graça deveria curar isso tudo, o amor incondicional de Jesus Cristo cura realmente isso, e seu amor em nós deveria gerar a solução para esta grande necessidade.
Vejo pessoas buscando encher a vida de coisas sem saber o que ele mesmo é, muitas igrejas também dão o ambiente propício para as pessoas montarem seus ministérios para receber aceitação de outras e não dão essa solução que Jesus dá.
Jesus Cristo é a solução para o vazio da vida e dá a todos nós condições completas de compreendermos quem somos nós realmente e vivermos felizes por sermos aceitos por Ele, solução para pessoas que nunca entraram na igreja tanto para pessoas que construíram sua "carreira" dentro dela.

Esta semana estava preparando uma apresentação sobre programações relevantes e me deparei acidentalmente com o texto da Relevant Magazine Christianism 0.0 (não tão acidentalmente, pois, como você pode ter reparado, tenho buscado esse assunto constantemente), diante dessa nova busca bastante necessária em se apresentar de uma forma que as pessoas entendam nossa mensagem, me vem uma pergunta: o que é ser relevante?
- Está longe de pegar o que os outros fazem e apresentar substitutos com uma cara cristã, no texto, Keith Giles afirmou que o mundo evangélico acabou criando um mundo paralelo em que tudo o que tinha no mundo pode se encontrar na “Arca evangélica” somente com roupagem diferente, com pouca essência do que Cristo queria, vejo grandes semelhanças com o novo mercado “gospel” em nosso país. Pessoas se convertem e podem colocar seus filhos em escolas gospel, ouvir rádio e TVs gospel, ler revistas e jornais gospel, ir a bares gospel, viajar para resots gospel etc. Já ouvi numas das marchas, um desabafo dos organizadores colocando o povo evangélico como um povo significativo na cidade, um povo que consome, se diverte etc. Para quais investidores estava falando? Para que?
- Jesus Cristo mostrou um approach diferente, acho que ser relevante neste mundo significa não se isolar do mundo, ele ia a sinagoga mas estava direto com as pessoas (as ímpias e pecadoras), disso vejo minha necessidade em conviver neste mundo, mas mostrar novidade de vida através do caráter de Cristo em mim, mostrar uma mensagem que os outros entendam sem desprezar nem abandonar sua linguagem, respeitar seus valores e amar estas pessoas por quem Cristo morreu.

Domingo o Pastor Ed René nos deu uma mensagem de tirar o fôlego, pelo menos constatou que eu não estou louco, pois mostrou seu desconforto com a igreja evangélica brasileira hoje à qual apresenta a oportunidade cristã somente para os religiosos e mostrou seu sonho e uma igreja para os não religiosos, para que as pessoas só tenham uma única conversão: a do reconhecimento de Jesus Cristo como único salvador sem a necessidade da segunda conversão para os padrões e tradições evangélicas... não somos tão poucos assim!

Passei os últimos três dias em um processo de análise estratégica para o negócio que trabalho, meu chefe alocou uma sala em um hotel de Alphaville, muito petisquinho e conversamos muito a respeito de como está o mercado de carpete e quais nossas oportunidades e ameaças, foi estenuante, estou quebrado, mas é um tempo bastante recompensador, uma vez que se tenham os frutos dessa reunião em mente.
No entanto, considerando o post de terça, fico pensando por que não vemos isso tanto (ou quase nada) no Reino para alcançar as pessoas e dar a elas uma real esperança de vida? Uma reunião para avaliar as forças, fraquezas levantar oportunidades... Estou aberto para quem estiver interessado e começarmos a discutir e agir.

Já pensou?
"Não terão passado dois segundos de sua entrada no céu sem que você clame: "Por que eu fui dar tanta importância a coisas tão temporárias? Onde eu estava com a cabeça? Por que gastei tanto tempo, energia e preocupoação no que não iria durar?" Rick Warren, Uma vida com Propósitos

Comecei a ler “A vida que você sempre quis” de John Ortberg,, uma leitura bem mais leve depois de “Mentoria Espiritual”, mas não menos importante, ele escreve a respeito de disciplinas espirituais baseado no livro de disciplinas de Dallas Willard (não me lembro o nome), encontrei o poema abaixo pela terceira vez nesse ano:

A terra está repleta do céu,
E cada sarça comum ardente por causa de Deus;
Mas somente quem percebe tira as sandálias.
O restante se assenta ao redor colhendo as amoras.


Elizabeth Barrett Browning
Aurora Leigh

As outras duas vezes foram no livro “Janelas da Alma”, de Ken Gire e “Porque Jesus é diferente” de Ravi Zacharias. Achei interessante a proeminência desses versos, talvez um chamamento para que as pessoas não esperem tanto o extraordinário para ver Deus e desfrutá-lo nos momentos ordinários do dia a dia, nos quais ele age também (foi meio redundante, mas para fortalecer o fato de que Deus está presente, e está conosco em TODOS os momentos).

Essa semana, resolvi iniciar o plano de 40 dias de leitura de "Uma vida com Propósitos", de Rick Warren, (além de um plano devocional especial que resolvi implementar) é que o livro tem 40 capítulos para serem lidos e meditados durante os 40 dias, comecei a ler por reconhecer a importância do livro e do autor, de alguma forma creio a princípio que tenho bem resolvido o propósito de Deus para minha vida no momento:
1º dia - Deus me fez para um propósito neste mundo - OK
2º dia - Todas as minhas características refletem o propósito que Deus tem para mim - OK
3º dia - As coisas que eu faço refletem aquilo que sou direcionado - Ok, fortalecer meu foco
4º dia (hoje) - O propósito de Deus para minha vida é eterno, o que faço nessa vida é quase nada ao que vou fazer na eternidade... - PUTZ!!!! É mesmo!
Constatar isso faz muita diferença, mas o dia a dia nos faz esquecer isso super-fácil e acabamos nos dedicando tempo demais para investimentos aqui, viver pensando que nossa vida é somente um cisco na nossa vida eterna pode nos fazer nos orientar mais nos relacionamentos, na beleza do que Deus nos dá e em fazer com que outras pessoas desfrutem de tudo isso.
Espero demorar mais para perder essa perspectiva!

Socorro!!! meus links sumiram! Tive que importar um novo template... Hoje a noite eu tento voltar com os links

Assisti o Hulk, gostei muito da edição, o diretor nos levou a um clima de quadrinhos bastante legal, acho que dos heróis mostrados na telona , Hulk foi quem teve uma das melhores versões. Fui me preparando para a pisada de bola na criação do monstro, mas não achei tão ruim assim.
Lembrei do Ceres, quando ele lembrou todas as musiquinhas dos desenhos (não animados) da Marvel: “Bruce Banner é um cientista…”
Em um diálogo bastante interessante, o pai de Bruce Banner justificava o processo que acabou afetando seu filho como uma forma de se transpassar os limites dados por Deus e que dava uma sensação de poder e liberdade, a mocinha (que não lembro o nome) replicou que além dos nossos limites encontramos outras pessoas… achei uma boa sacada!
Coincidentemente, estou lendo Mentoria Espiritual (de James M. Houston), o livro é um pouco difícil para quem não estudou filosofia como eu, o autor faz uma diferença entre indivíduos e pessoas, como no filme, os indivíduos querem explorar ao máximo sua liberdade e particularidade, mas quanto mais liberdade alguém exerce, menos liberdade um outro alguém vai ter. O Cristianismo aparece como um fator humanizador, transforma o indivíduo em pessoa, à medida que a vida com Jesus Cristo nos faz conhecermos realmente a nós mesmos diante de Deus e assim, considerarmos o outro, assim como Cristo fez.
A expressão do indivíduo desumaniza, só com Jesus Cristo, temos a oportunidade de mudança em nossa vida e experimentar uma convivência que Cristo mesmo definiu como unidade e que foi provado mais tarde com a primeira comunidade cristã.

Não posso deixar de lembrar do show do No Longer Music que assisti sábado no Projeto Ágape, foi uma experiência bem impactante, o som é bem mais pesado que imaginava, mas muito eficiente para alcançar essas tribos da galeria 24 de maio. Fizeram uma apresentação evangelística muito bem feita. Fui muito bem recebido pelo pessoal da comunidade, algo que é vital para uma comunidade contemporânea que queira atingir o pessoal pós moderno hoje. Estava pensando em escrever mais, mas posso tropeçar nas minhas palavras e ser mal interpretado (já escrevi alguns textos e não gostei), em suma, valeu a pena ter ido e vou levar muita experiência legal de lá na formação da nossa comunidade contemporânea (com pós modernos menos alternativos). Pretendo voltar em um domingo para assistir um culto “normal”.
Obs1: Quero destacar uma frase que o vocalista falou quando estava se disponibilizando para falar de Cristo: ele falou que havia pessoas de várias culturas (nacionais) no grupo, mas todas elas tiveram uma experiência comum de aceitar a Jesus Cristo como salvador. Exclamei um “Glória a Deus” bem no íntimo, as culturas (nacionais e tribais) podem ser variadas mas a experiência de Cristo pode ser extendida a todas elas.
Obs2: E ainda tem gente discutindo se coloca instrumentos de rock para louvar a Deus ou se é válido fazer concertos de música para levar as pessoas a Cristo… Hehehehehehe

Recebi hoje um e-mail avisando a morte de Mike Yakonelli, ele foi um dos fundadores da Youth Specialties (Doug Fields foi outro destes fundadores), um grupo americano de apoio a ministérios de jovens. Eu não o conheço, mas fiquei entristecido, pois à medida que tenho consultado o site nos últimos anos, fui conhecendo seu trabalho, e é um senhor trabalho! Essas vidas me inspiram muito a ir muito mais além do que é feito na igreja hoje em dia, e me dá a visão de que o ministério de jovens pode ser muito mais amplo do que a mera reunião de sábado à noite ou a aulinha de manhã na Escola Dominical ou o grupinho que canta à noite na igreja. Mike Yaconelli tinha 61 anos e faleceu dia 30 em um acidente automobilístico, dia 24 ele disse em uma de suas palestras: "Se eu morresse hoje, diria a Deus, "Deus! Que viagem hein!"", e acho que Deus já disse: "Muito bem servo bom e fiel! Você foi fiel no pouco e no muito vou te colocar!"

Sábado eu me acabei em uma feira de livros evangélicos, fiquei feliz em trazer a nova edição do Intercessão Mundial (Operation World), é um tipo de enciclopédia que traz dados de todos os países do mundo, informações sobre as igrejas de cada um deles e pedidos de oração. O livro está providencialmente com indicações para orarmos dia a dia, todos os dias do ano por todos os países do mundo. Fiquei muito feliz em renovar essa disciplina, acompanhar esse livro me faz sentir participar desse esforço em levar o evangelho a toda criatura do mundo, me faz entender a grande carência que várias partes do mundo tem de conhecer Jesus Cristo, estar a par de grandes obstáculos que se tem colocado para que as pessoas não conheçam Jesus Cristo. Com tudo isso, eu me sinto encorajado, pois meus esforços não estão isolados, pois estes fazem parte da missão de evangelismo à população urbana da cidade de São Paulo no Brasil.

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